Effect of Porophyllum ruderale (Jacq.) Cass. in the Liver of the B16-F10 Murine Melanoma Model and Antioxidant Potential

Autores

DOI:

https://doi.org/10.17921/1415-6938.2021v25n3p309-314

Resumo

The aim of this study was to evaluate the Porophyllum ruderale effects on the liver in murine melanoma model B16-F10 and to determine the antioxidant potential. The plant’s aerial parts of the were collected in Campo Grande, MS, Brazil, dried, extracted with ethanol, ultrasonic bath and static maceration. The hydroalcoholic formulation at 100 and 200 mg/kg were submitted to antioxidant activity (DPPH) and hepatoprotective effect. Thirty-eight black mice with a mean weight of 30 g were distributed in 4 experimental groups: negative control, positive control (doxorubicin), P. ruderale at 100 mg/kg and P. ruderale at 200 mg/kg. All the animals received subcutaneous injection of 5x105 B16F10 cells on the 1st day of the experiment and were treated until the 14th day. Although a significant antioxidant activity was verified for the two concentrations analyzed, they were not sufficient to minimize the melanoma effects toxic in the mice liver as observed by histological changes and that leads us to conclude that the hydroalcoholic extract of aerial parts of P. ruderale, in the concentrations used,  possesses antioxidant properties, good performance in inhibiting the proliferation of human melanoma cells, but it has no hepatoprotective effect in the melanoma cutaneous treatment. 

 

Keywords: Cutaneous Melanoma. Asteraceae. Hepatoprotective Effect. Phenolic Compounds. DPPH.

 

Resumo

O objetivo deste estudo foi avaliar os efeitos de Porophyllum ruderale no fígado em melanoma murino modelo B16-F10 e determinar o potencial antioxidante. As folhas da planta foram coletadas em Campo Grande, MS, Brasil, secas, extraídas com etanol, banho ultrassônico e maceração estática. A formulação hidroalcoólica de 100 e 200 mg/kg foi submetida à atividade antioxidante (DPPH) e ao efeito hepatoprotetor. Trinta e oito camundongos pretos com peso médio de 30 g foram distribuídos em 4 grupos experimentais: controle negativo, controle positivo (doxorrubicina), P. ruderale na concentração de 100 mg/kg e P. ruderale na concentração de 200 mg/kg. Todos os animais receberam injeção subcutânea de 5x105 células B16F10 no 1º dia de experimento até o 14º. Embora tenha sido verificada atividade antioxidante significativa para as duas concentrações analisadas, elas não foram suficientes para minimizar os efeitos tóxicos do melanoma no fígado dos camundongos, como observado nas alterações histológicas, o que nos leva a concluir que o extrato hidroalcoólico das folhas de P. ruderale, nas concentrações utilizadas, possui propriedades antioxidantes, bom desempenho na inibição da proliferação de células de melanoma humano, mas não apresenta efeito hepatoprotetor no tratamento do melanoma cutâneo.

 

Palavras-chave: Melanoma Cutâneo. Asteraceae. Efeito Hepatoprotetor. Compostos Fenólicos. DPPH.

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Publicado

2021-09-29

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Artigos